É um pão robusto feito de farinha de trigo, um tipo de farinha de rosca, água, sal e fermento biológico. Assado em forno à lenha ou no convecional, ele acompanha quase que todas as refeições árabes, já que alguns países como o Marrocos não se come arroz como complemento alimentar. O pão é o substituto do arroz.
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Antiga cidade portuguesa/marroquina
Em meados de 1500, os portugueses tomaram a cidade #Essaouira (que chamaram de Mogador) e construíram um forte/castelo em uma pequena Ilha vista da Medina. Pouco depois os marroquinos conquistaram o local e chamaram de Essaouria, destruindo o castelo de #Mogador e deixando a ilha abandonada. Ainda antes dos portugueses, a Ilha de Mogador era utilizada para produzir tinta roxa com o uso dos moluscos encontrados no local. Hoje em dia a Ilha está abandonada e não pode ser visitada pois é habitat de uma espécie de falcão. Na imagem, a ilha do Mogador com suas ruínas.
Fonte : Segredos de Viagem
Fonte : Segredos de Viagem
Montanha do Toubkal
Cordilheira Atlas
O pico mais alto da cordilheira ergue-se a 4.167 metros acima do nível do mar e se chama Monte Toubkal.
A Cordilheira dos Atlas Centrais tem 6 picos com mais de 4.000 metros e diversos picos de 3.000 metros (alguns destes acima de 3.700 metros). O território da cadeia montanhosa se extende de Agadir na costa de Marrocos, passa por todo o topo da Argélia, terminando no norte da Tunísia! São nada mais nada menos que 2.400 quilômetros do que podemos chamar de Alpes africanos. No entanto, os High Atlas (picos mais altos) ficam mais próximos de Marrakech.
Fonte : Alta Montanha
O pico mais alto da cordilheira ergue-se a 4.167 metros acima do nível do mar e se chama Monte Toubkal.
A Cordilheira dos Atlas Centrais tem 6 picos com mais de 4.000 metros e diversos picos de 3.000 metros (alguns destes acima de 3.700 metros). O território da cadeia montanhosa se extende de Agadir na costa de Marrocos, passa por todo o topo da Argélia, terminando no norte da Tunísia! São nada mais nada menos que 2.400 quilômetros do que podemos chamar de Alpes africanos. No entanto, os High Atlas (picos mais altos) ficam mais próximos de Marrakech.
Fonte : Alta Montanha
quarta-feira, 30 de maio de 2018
19 coisas que você só encontra em Dubai
Dubai é famosa por um monte de coisas, especialmente quando se trata de recordes mundiais que têm a ver com luxo.
Os Emirados Árabes Unidos atualmente detêm o recorde de maior ilha artificial, shopping center (3,7 milhões de pés quadrados), o mais alto edifício, uma força policial que tem uma frota de veículos de luxo, incluindo um Bugatti Veyron, e o único hotel sete estrelas do mundo.
Sim, e as cenas mais cotidianas incluem leões e tigres que penduram pra fora das janelas do carro, engarrafamentos cheios de Ferrari, os telefones celulares que custam mais do que todo o dinheiro que você vai ganhar em sua vida, e máquinas ATM que cospem barras de ouro.
Fonte : Tendencee
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
As Gangues de Motoqueiras do Marrocos
Todo mundo diz que Copenhague e Amsterdã são as cidades das motos, mas e Marrakech?
O artista marroquino Hassan Hajjaj, que mora atualmente em Londres, aborda a cultura das motos em Marrakech em sua última série fotográfica, Kesh Angels, em exposição na Taymour Grahne Gallery em Nova York até 8 de março. A versão de Hassan dos Hell's Angels veio de uma história pessoal: uma vez, ele trabalhou numa sessão de fotos em Marrakech nos anos 1990. Tudo na sessão era estrangeiro — os fotógrafos, as roupas, as modelos. Nada era realmente marroquino. A nova série do artista pode ser interpretada com o que devia ter acontecido naquele dia dos anos 1990: uma sessão de fotos com todos os elementos fazendo referência à tradição local, mas com um toque especial — de abayas de bolinha adjellabahs camufladas. As fotos mostram as garotas motoqueiras marroquinas lançando olhares soberbos e intimidadores, como se elas estivessem num clipe da M.I.A. Claro, elas não são uma gangue de verdade. Essas moças são amigas do artista, mulheres que trabalham fazendo tatuagens de henna em turistas na praça central da cidade; mas, mesmo assim, você não ia querer entrar por engano no mesmo beco escuro onde elas estivessem. Essas minas são duronas, falam até cinco idiomas, são mães em tempo integral e trabalham 10 horas por dia. Falei com Hassan sobre a cultura das motos em Marrakech e a definição dele de garotas más.
Como você teve a ideia de fotografar suas amigas assim?
Hassan Hajjaj: Tenho trabalhado assim faz muitos anos. Quero mostrar algo particular em Marrakech e mostrar que, mesmo com culturas e religiões diferentes, temos muito em comum como pessoas. Conheço esse grupo de mulheres que trabalham fazendo tatuagem de henna num praça muito popular entre os turistas em Marrocos. Uma delas foi minha inspiração para essa série: a Karima. Ela usa véus,abayas e djabellas com estampas incríveis e vai trabalhar de moto. Ela é uma garota normal que trabalha oito horas por dia. Ela fala uns quatro ou cinco idiomas, é dona de casa, tem dois filhos e está construindo sua casa própria.
Hassan Hajjaj: Tenho trabalhado assim faz muitos anos. Quero mostrar algo particular em Marrakech e mostrar que, mesmo com culturas e religiões diferentes, temos muito em comum como pessoas. Conheço esse grupo de mulheres que trabalham fazendo tatuagem de henna num praça muito popular entre os turistas em Marrocos. Uma delas foi minha inspiração para essa série: a Karima. Ela usa véus,abayas e djabellas com estampas incríveis e vai trabalhar de moto. Ela é uma garota normal que trabalha oito horas por dia. Ela fala uns quatro ou cinco idiomas, é dona de casa, tem dois filhos e está construindo sua casa própria.
Isso me parece uma sessão de fotos de moda da África do Norte. Você quis homenagear suas raízes com estilo?
Trabalhei numa sessão de fotos para uma revista de moda em Marrakech nos anos 1990 e percebi uma coisa: todas as modelos, os fotógrafos, as roupas, tudo era do ocidente e Marrocos era somente o pano de fundo deles. Aí pensei que seria muito mais legal apresentar meu povo em seu ambiente e o modo como nos vestimos, e brincar com isso num nível de moda.
Trabalhei numa sessão de fotos para uma revista de moda em Marrakech nos anos 1990 e percebi uma coisa: todas as modelos, os fotógrafos, as roupas, tudo era do ocidente e Marrocos era somente o pano de fundo deles. Aí pensei que seria muito mais legal apresentar meu povo em seu ambiente e o modo como nos vestimos, e brincar com isso num nível de moda.
Como é a cultura das motos em Marrakech? Vocês têm mesmo gangues de motoqueiros por lá? As motos são grandes?
Marrakech é uma cidade totalmente das motos; todo mundo tem uma. Mulheres, crianças, idosos, famílias, todo mundo. É um meio de transporte, mais usado para trabalhar mesmo. Algumas das motos nas fotos eram emprestadas, mas a maioria era das próprias garotas. Mas não existem gangues de motoqueiros lá.
Marrakech é uma cidade totalmente das motos; todo mundo tem uma. Mulheres, crianças, idosos, famílias, todo mundo. É um meio de transporte, mais usado para trabalhar mesmo. Algumas das motos nas fotos eram emprestadas, mas a maioria era das próprias garotas. Mas não existem gangues de motoqueiros lá.
Sugerido por Laura Rezende
Fonte : VICE
Traficantes de órgãos 'roubam' líquido cerebral de 12 mulheres no Paquistão
A polícia do Paquistão prendeu quatro pessoas na província de Punjab acusadas de roubar e traficar líquor, líquido que circula entre o cérebro e a medula espinhal.
Os suspeitos roubaram o líquido cefalorraquidiano de 12 mulheres - entre elas uma adolescente -, disse a polícia ao serviço urdu da BBC. Depois, tentaram vender o material no mercado negro.
Os traficantes enganaram as vítimas dizendo que tinham de retirar amostras de sangue para um programa de assistência financeira do governo de Punjab, a região mais populosa do país.
Segundo Khan, um dos membros da quadrilha se apresentava como funcionário de um grande hospital local. Ele dizia às mulheres que necessitava de amostras de sangue para que elas se tornassem elegíveis ao programa de assistência do governo.
"Mas em vez de levá-las ao hospital para obter suas 'amostras de sangue', ele conduzia as vítimas à casa de outro membro da gangue para realizar o procedimento de retirada do líquor", afirma Khan.
Não está claro por que o líquor está circulando no mercado negro do Paquistão. O Ministério da Saúde do país afirmou que criou um comitê para investigar o caso - os quatro membros da quadrilha continuam presos.
Fonte : BBC BRASIL
Os suspeitos roubaram o líquido cefalorraquidiano de 12 mulheres - entre elas uma adolescente -, disse a polícia ao serviço urdu da BBC. Depois, tentaram vender o material no mercado negro.
Os traficantes enganaram as vítimas dizendo que tinham de retirar amostras de sangue para um programa de assistência financeira do governo de Punjab, a região mais populosa do país.
Segundo Khan, um dos membros da quadrilha se apresentava como funcionário de um grande hospital local. Ele dizia às mulheres que necessitava de amostras de sangue para que elas se tornassem elegíveis ao programa de assistência do governo.
"Mas em vez de levá-las ao hospital para obter suas 'amostras de sangue', ele conduzia as vítimas à casa de outro membro da gangue para realizar o procedimento de retirada do líquor", afirma Khan.
Não está claro por que o líquor está circulando no mercado negro do Paquistão. O Ministério da Saúde do país afirmou que criou um comitê para investigar o caso - os quatro membros da quadrilha continuam presos.
Fonte : BBC BRASIL
Espanha usou armas químicas contra o Marrocos
Após a esmagadora derrota das tropas espanholas na batalha Annoual em julho de 1921, que resultou na morte de mais de 14 mil soldados nas mãos da resistência marroquina liderada por Mohammed Bin Abdelkrim El Khattabi, historiadores e muitos observadores espanhóis e estrangeiros relatam que a Espanha Usou gás químico e tóxico indiscriminadamente contra a população civil do Rif.
Rabat - Enquanto Madrid concordou em responder ao pedido da Assembléia Mundial Amazigh (AMA) sobre o uso de armas químicas pelos militares do Rei Alfonso XIII durante a Guerra do Rif de 1921-1926, a língua usada pelo ministro das Relações Exteriores demonstra que a Espanha continua a recusar pedir desculpas ao povo marroquino pelo uso de armas químicas proibidas.
Em um vídeo postado no canal YouTube da AMA, o ministro das Relações Exteriores da Espanha, Alfonso Dastis, disse que "como resultado do pedido do Rei, foram recebidos na Embaixada Espanhola para enviar suas demandas e também examinar possíveis formas de cooperação; veremos o acompanhamento desta questão ".
O chefe da diplomacia espanhola estava respondendo a uma pergunta levantada durante uma reunião parlamentar de Joan Tarda, membro da Esquerra Republicana, que durante mais de uma década esteve na vanguarda dos esforços para empurrar o governo espanhol a admitir seu uso de produtos químicos em armas na guerra do Rif.
Enquanto o ministro espanhol usava a linguagem diplomática, mostrando sua vontade de ouvir as demandas da AMA, ficou aquém de expressar a disposição de seu país para admitir seus erros durante a guerra do Rif e pedir desculpas ao povo marroquino pelo uso de armas químicas na população civil no Rif.
O pedido AMA chama as autoridades espanholas para fazer uma desculpa oficial para o povo rifenho e para compensar as vítimas ou seus dependentes. Em 12 de fevereiro de 2015, AMA apresentou uma carta adiantada sobre o mesmo assunto.
As chamadas da AMA coincidiram com a chamada dirigida por outra ONG marroquina. De acordo com o Monitor do Oriente Médio, o Centro Marroquino de Memometria, a Democracia e a Paz (PAM) convidou o Ministro dos Negócios Estrangeiros espanhola a cumprir as suas promessas de responder aos pedidos de organizações da sociedade civil chamando a Espanha para esclarecer o uso de armas químicas contra a população marroquina da região do Rif entre 1921 e 1926.
Parece que a Espanha ainda não está pronta para abrir uma investigação sobre este incidente durante o período colonial no norte de Marrocos.
Após a esmagadora derrota das tropas espanholas na batalha Annoual em julho de 1921, que resultou na morte de mais de 14 mil soldados nas mãos da resistência marroquina liderada por Mohammed Bin Abdelkrim El Khattabi, historiadores e muitos observadores espanhóis e estrangeiros relatam que a Espanha usou gás químico e tóxico indiscriminadamente contra a população civil do Rif. O estudioso britânico Sebastian Balfour e a espanhola María Rosa de Madariaga estão entre os estudiosos que testemunham a retaliação química da Espanha, que teve como objetivo infligir o máximo de dano à população no Rif, visando as cidades e aldeias mais populosas e intensificando ataques durante os dias de mercado. Os ataques representam uma violação flagrante do Tratado de Versaille de 1919, que proíbe o uso de armas químicas e a que a Espanha foi parte.
Esta violação do direito internacional deixou efeitos desastrosos e duradouros sobre a população da região. A partir de hoje, a penetração do câncer na população do Rif é a mais alta entre todas as regiões marroquinas. Embora nenhum estudo empírico tenha estabelecido até agora uma causalidade entre o uso de armas químicas e a prevalência de câncer na região, muitos acreditam que essa prevalência se deve ao uso de armas químicas. Segundo a Reuters, 80 por cento dos casos de câncer de laringe em Marrocos são encontrados na região do Rif.
Traducão : Vivendo em um País Árabe Muçulmano
Texto : Hamza Guessous
Em um vídeo postado no canal YouTube da AMA, o ministro das Relações Exteriores da Espanha, Alfonso Dastis, disse que "como resultado do pedido do Rei, foram recebidos na Embaixada Espanhola para enviar suas demandas e também examinar possíveis formas de cooperação; veremos o acompanhamento desta questão ".
O chefe da diplomacia espanhola estava respondendo a uma pergunta levantada durante uma reunião parlamentar de Joan Tarda, membro da Esquerra Republicana, que durante mais de uma década esteve na vanguarda dos esforços para empurrar o governo espanhol a admitir seu uso de produtos químicos em armas na guerra do Rif.
Enquanto o ministro espanhol usava a linguagem diplomática, mostrando sua vontade de ouvir as demandas da AMA, ficou aquém de expressar a disposição de seu país para admitir seus erros durante a guerra do Rif e pedir desculpas ao povo marroquino pelo uso de armas químicas na população civil no Rif.
O pedido AMA chama as autoridades espanholas para fazer uma desculpa oficial para o povo rifenho e para compensar as vítimas ou seus dependentes. Em 12 de fevereiro de 2015, AMA apresentou uma carta adiantada sobre o mesmo assunto.
As chamadas da AMA coincidiram com a chamada dirigida por outra ONG marroquina. De acordo com o Monitor do Oriente Médio, o Centro Marroquino de Memometria, a Democracia e a Paz (PAM) convidou o Ministro dos Negócios Estrangeiros espanhola a cumprir as suas promessas de responder aos pedidos de organizações da sociedade civil chamando a Espanha para esclarecer o uso de armas químicas contra a população marroquina da região do Rif entre 1921 e 1926.
Parece que a Espanha ainda não está pronta para abrir uma investigação sobre este incidente durante o período colonial no norte de Marrocos.
Após a esmagadora derrota das tropas espanholas na batalha Annoual em julho de 1921, que resultou na morte de mais de 14 mil soldados nas mãos da resistência marroquina liderada por Mohammed Bin Abdelkrim El Khattabi, historiadores e muitos observadores espanhóis e estrangeiros relatam que a Espanha usou gás químico e tóxico indiscriminadamente contra a população civil do Rif. O estudioso britânico Sebastian Balfour e a espanhola María Rosa de Madariaga estão entre os estudiosos que testemunham a retaliação química da Espanha, que teve como objetivo infligir o máximo de dano à população no Rif, visando as cidades e aldeias mais populosas e intensificando ataques durante os dias de mercado. Os ataques representam uma violação flagrante do Tratado de Versaille de 1919, que proíbe o uso de armas químicas e a que a Espanha foi parte.
Esta violação do direito internacional deixou efeitos desastrosos e duradouros sobre a população da região. A partir de hoje, a penetração do câncer na população do Rif é a mais alta entre todas as regiões marroquinas. Embora nenhum estudo empírico tenha estabelecido até agora uma causalidade entre o uso de armas químicas e a prevalência de câncer na região, muitos acreditam que essa prevalência se deve ao uso de armas químicas. Segundo a Reuters, 80 por cento dos casos de câncer de laringe em Marrocos são encontrados na região do Rif.
Traducão : Vivendo em um País Árabe Muçulmano
Texto : Hamza Guessous
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
Muçulmanas denunciam assédio em peregrinação a Meca
A própria Eltahawy foi vítima de abusos sexuais na peregrinação à Meca em 1982, quando tinha 15 anos de idade, e relatou seu caso em um livro publicado em 2015. “É difícil falar sobre assédio em lugares sagrados. Espero que todas os que estamos contando possamos ajudar as pessoas que por qualquer razão não podem falar agora”, escreveu Eltahawy no Twitter.
A jornalista explicou que acreditou ser necessário fazer uma nova hashtag porque o #MeToo se popularizou por causa dos casos de abusos a atrizes de Hollywood, por isso que muitas mulheres poderiam não se sentir incluídas em um movimento surgido num entorno de mulheres brancas, ricas e ocidentais.
A iniciativa recebeu incontáveis amostras de apoio e incentivou outras mulheres a compartilhar experiências similares.
No entanto, também gerou várias críticas, segundo a própria ativista, que assegura que foi insultada e acusada de querer destruir o Islã, e inclusive de querer ganhar notoriedade com esta campanha.
As autoridades da Arábia Saudita não fizeram nenhum comentário ou alusão a estas denúncias por enquanto.
Todos os anos cerca de dois milhões de muçulmanos de todo o mundo participam do “hach”, a peregrinação que os crentes devem realizar de forma obrigatória pelo menos uma vez na vida.
Fonte : Veja
Fonte : Veja
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
Guembri
O guembri é um instrumento musical de duas cordas, o Gnawa (Guiné em árabe). Encontra-se principalmente no norte da África, em Marrocos, Argélia, Tunísia e Mali, de onde foi trazido pelos Gnaouas, escravos da Guiné.Também é tocado pelos Touaregs e os berberes.
O gumbass é uma variante deste instrumento montando a caixa de um guembri e a alça de um baixo elétrico.
Arquivo pessoal
O guembri argelino consiste de um cabo de madeira com duas cavilhas. As duas cordas do guembri são feitas de crina de cavalo. A caixa de som é constituída por uma casca de tartaruga com uma mesa de ressonância feita com pele esticada.
Músico de guembri de Marrakech
Texto retirado do Wikipedia.
Tradução livre.
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