Todos os dias às 20h o publico poderá prestigiar uma apresentação de Dança do Ventre no segundo piso (em frente à bilheteria do cinema) no espaço Mostra de Dança do Grupo Caroline. Entrada Franca.
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Festival de dança árabe será realizado em Cuiabá
Todos os dias às 20h o publico poderá prestigiar uma apresentação de Dança do Ventre no segundo piso (em frente à bilheteria do cinema) no espaço Mostra de Dança do Grupo Caroline. Entrada Franca.
Argélia têm que decidir entre carreira e casamento
Nos últimos anos, o Afak Relizane dominou todas as competições nacionais que disputou com times de cidades grandes, vencendo seis copas e sete campeonatos da Argélia, além de duas copas do Magrebe. Mas as jovens enfrentam outra dificuldade: são obrigadas a escolher entre se casar, o que significa o fim da sua carreira no futebol, e o celibato, que permite que continuem vivendo a sua paixão.
"Aos sete anos, depois de sair da escola, eu ia jogar futebol com os meninos do meu bairro", conta Fathia, meio-campista da equipe de Relizane, uma cidade a 300 km de Argel.
Fathia e outras 13 jovens que viveram experiências similares às suas se reúnem em volta do seu treinador, Sid Ahmed Mouaz, ligadas pela mesma paixão pelo futebol.
Em 1997, durante a guerra civil, Relizane saiu do anonimato com o pior massacre da "década negra", que deixou mais de 1.000 mortos.
Os terroristas me enviaram uma carta para exigir que abandonássemos o futebol feminino", lembra Mouaz, que se recusou a cumprir a ordem.
"As meninas foram insultadas e cuspidas na saída dos estádios. Para os que têm uma mentalidade retrógrada, uma menina de boa família não deve jogar futebol", lamenta Mouaz.
"Vá para casa cozinhar" ou "procure um marido" são algumas das frases que a maioria das jovens escuta com frequência.
No estádio, as jogadoras contam com um dormitório, armários, uma televisão, um equipamento de som, um cozinheiro que prepara sua comida e, quando chegam, recebem a roupa, que seca ao ar livre após uma lavagem rápida.
No entanto, o corpo técnico as "obriga" a continuar com os estudos, a se inscreverem em um curso de formação, ou encontra um trabalho para elas.
A bola e o casamento
Quase todas as mulheres usam véu islâmico nesta cidade de quase um milhão de habitantes situada em uma região agrícola.
Estou orgulhosa da minha filha, mas ficarei mais tranquila se ela deixar a bola, se casar e usar o véu como as outras mulheres da região", admite Fatma, mãe de Fathia, jogadora da seleção da Argélia.
Viúva e mãe de seis meninos, Fatma fala da sua angústia permanente de morrer antes de que sua filha encontre um marido.
Cada vez que uma das meninas é cortejada por um menino, ouve sempre o mesmo refrão: "a bola ou o casamento".
Mouna, atacante, se casará em março e abandonará seu sonho de jogar futebol.
"Se houvesse alguma motivação, continuariam jogando da mesma forma após o casamento", afirma o treinador Mouaz.
Mas nenhum patrocinador está interessado em seu time, que carece de financiamento. Na Argélia, o futebol feminino ainda é amador.
12 euros por jogo
"Não se financia um time de futebol feminino em Relizane", lamentam várias jogadoras, decepcionadas por obterem tão pouco reconhecimento quando se destacam em campo. Seis delas jogam na equipe nacional.
Um ex-wali (presidente da região) lhes ofereceu um micro-ônibus, pouco confortável para seus longos trajetos.
Quando ganham uma partida, recebem 1.500 dinares (12 euros) - "uma miséria", diz Mouaz, indignado.
O orçamento anual acordado com as autoridades locais é de cerca de 3,2 milhões de dinares (27.313 euros).
Após sua última vitória, o wali recebeu as meninas para homenageá-las. Embora elas esperassem um pequeno gesto financeiro, receberam uma mochila esportiva e um agasalho.
"O amor pelo futebol é mais forte que a mentalidade retrógrada, mas tudo é feito para romper este time", resume um dos fundadores do Afak.
Fonte : G1
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Canibalismo por causa de homossexualismo em El Jadida
Adolescente foi condenada a ser estuprada por decisão de um conselho de 'sábios'
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Garota de 8 anos morre durante noite de núpcias com seu marido
O portal Emirates informou que uma menina de oito anos de idade iemenita morreu no primeiro dia de sua lua de mel apos se casar com um homem com mais de 40 anos de idade. Ela foi identificada como Rawan e sua morte foi provocada devido a rupturas no útero e outros órgãos depois de dormir com o marido em um hotel local, logo após seu casamento.
Este caso chamou a atenção de ativistas que solicitam que o casamento no país seja liberado para pessoas com idade mínima de 18 anos e que este caso não fique impune os envolvidos que sejam punidos tanto o marido quanto ao padastro da menina que a vendeu pela quantia equivalente a 6 mil reais.
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
Eid Al Adha – Saiba mais sobre a “Festa do Sacrifício”
O Eid Al Adha é observado anualmente e acontece no décimo dia do Dhu al-Hijjah, o décimo segundo mês de acordo com o calendário lunar. Ou seja, a cada ano, cai em um dia diferente do nosso calendário. Este ano, a data é 31 de agosto em alguns países da América e em outros países será dia 01 de setembro. A celebração acontece imediatamente após o Dia de Arafat.
Ocorre um dia antes do Eid Al Adha, no nono dia do mês, e marca o dia em que Abraão aceitou o pedido de Allah e se dirigiu ao monte para executar o sacrifício de seu filho. Exatamente por isso, no Dia de Arafat o álcool é banido e os fiéis costumam peregrinar até o Monte Arafat e orar.
Dois. O Eid-al-Fitr marca o fim do Ramadã, quando os muçulmanos em todo o mundo quebram seu longo jejum de um mês. A data do Eid al-Adha também varia de acordo com o calendário lunar islâmico.
O dia começa com as orações da manhã, seguido de visitas a familiares e amigos e da troca de comida e presentes. Animais são abatidos, normalmente uma ovelha ou uma cabra, durante as celebrações do Eid como um símbolo do sacrifício de Abraão a Alá. Os animais têm de cumprir determinadas características a fim de qualificar-se para o sacrifício: eles não podem estar doentes, cegos, coxos ou visivelmente abatidos e devem respeitar restrições de idade.
Fonte : Destino Dubai
Imagens : Google
Quando é Eid al-Adha em 2017?
Mulheres afegãs lançam campanha para ser chamadas por seus nomes
A campanha "Onde está meu nome?", organizada por diversas mulheres, tem tomado conta das redes sociais desde o dia 5 julho no Afeganistão. Laleh Osmany, jovem de Hérat, cidade no oeste do país, foi quem iniciou o movimento no Facebook. Ela exige algo que parece simples em diversos lugares no mundo: ser chamada por seu nome.
No Afeganistão, a identidade das mulheres não aparece em suas certidões de nascimento e de casamento. Em cidades mais afastadas, os homens usam até apelidos como "meu animal", "minha cabrita" ou "minha galinha". Quando perguntamos às mulheres nas ruas, por exemplo, se elas são chamadas por seus nomes, elas respondem: "Não, nós temos o hábito de guardar nosso nome em segredo. Se nós o revelássemos, isso nos causaria problemas com nossa família".
Uma professora de Cabul vestida com seu uniforme, só é reconhecida pela sua profissão. Segundo uma tradição local, um homem cujo nome da esposa é conhecido por pessoas que não são de sua família é considerado incapaz de protegê-la.
Sem menção às mulheres
Tahmina Arian, jovem estudante de ciências políticas de 26 anos, moradora de Kaboul, não esperou muito para se juntar ao movimento. Após pesquisar um pouco a respeito, ela se deu conta de que, na maior parte dos cemitérios, não há menção às mulheres. "Fiquei chocada, em alguns túmulos estava escrito 'mulher de fulano'".
Para Tahmina, sem ter um nome público, as mulheres ficam impedidas de se definir como seres humanos e de ter consideração por si mesmas. "Quero que as coisas mudem. Estou cansada de ver que no século 21 as pessoas vivem como se estivessem na Idade Média. É difícil, é doloroso. Se eu não agir, quem agirá? É preciso começar por algum lugar e estamos tentando o máximo que podemos", afirma.
A estudante explica que sua mãe nunca foi chamada pelo nome e sempre recebeu alcunhas como "tia", "irmã", "mãe" ou "esposa". As manifestantes de "Onde está meu nome?" foram criticadas por extremistas religiosos, mas decidiram continuar, mesmo assim, a luta pelo direito das mulheres afegãs.
Fonte : RFI
terça-feira, 1 de agosto de 2017
Cidades espanholas no Marrocos
CEUTA E MELLILA
Fica na pequena península de Almina, mesmo em frente à espanhola Algeciras.
Apesar de Ceuta ser provavelmente a mais conhecida, também Melilla é um enclave espanhol, bem dentro do território marroquino.
Marrocos reclama o seu pedaço de terra, mas Espanha nunca saiu de lá nem mostrou interesse em fazê-lo, por isso, Melilla é território espanhol.
Que o Marrocos é um país rico em cultura todos já sabemos, mas que culturas são essas? Hoje vou falar de um costume secular marroquino (e ...
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Os marroquinos possuem bom gosto (de acordo com a cultura deles) para se vestirem. Sempre são bem cuidadosos ao escolherem uma roupa, se p...
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É um guisado de carne geralmente de cordeiro tradicional de Marrakech. Feito com limões de conserva, azeitonas ou ameixas, dentro da panel...
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CEUTA E MELLILA Uma quase que liga Espanha a Marrocos e a outra está mesmo dentro do território marroquino, tornando ambas verdadeiros ...











