domingo, 12 de agosto de 2018

Bebê nas costas

Que o Marrocos é um país rico em cultura todos já sabemos, mas que culturas são essas?
Hoje vou falar de um costume secular marroquino (e de vários outros países também), que é o de carregar o bebê nas costas!



A mulher se abaixa, pega seu foulard (lenço que faz o hijab), posiciona o bebê com as perninhas abertas, coloca o foulard atravessando seu corpo e cobrindo o bebê e amarra na frente.


Quando o bebê está dormindo, a mãe deixa - o completamente dentro do foulard criando uma proteção e sensação de segurança.
Já vi crianças de até cinco anos de idade sendo carregadas pela mãe nesse lenço. 
Mulheres de todas as classes sociais fazem isso aqui, outras mais modernas já usam o "canguru". 
Nas brincadeiras de boneca, as meninas imitam suas mães amarrando um lenço nas costas com uma boneca dentro.

Os.: Desculpem - me pela péssima qualidade das fotos, mas era de madrugada em um festival, não poderia ter usado flash já que as mulheres marroquinas são bem tímidas nesse ponto e reservadas e meu celular está com problemas também. 


sexta-feira, 10 de agosto de 2018

TANGIA

 É um guisado de carne geralmente de cordeiro tradicional de Marrakech. Feito com limões de conserva, azeitonas ou ameixas, dentro da panela de barro que tem o mesmo nome tangia e cozido em um forno no subsolo por várias horas, 7 .. 8 ... Na maioria das vezes é preparado por homens ou as mulheres preparam em casa a tangia, fecham com um papel grosso, um tipo de pergaminho e coloca seu nome e leva para assar no forno comunitário. Esse prato típico pertence aos berberes.



Suq

Nos suq (mercado) é possível encontrar de tudo um pouco.




Entre as especiarias encontramos pétalas de rosas, água de rosas, henna, azeitonas e tagines.


KHOBZ - PÃO EM ÁRABE

 É um pão robusto feito de farinha de trigo, um tipo de farinha de rosca, água, sal e fermento biológico. Assado em forno à lenha ou no convecional, ele acompanha quase que todas as refeições árabes, já que alguns países como o Marrocos não se come arroz como complemento alimentar. O pão é o substituto do arroz.



Antiga cidade portuguesa/marroquina

Em meados de 1500, os portugueses tomaram a cidade #Essaouira (que chamaram de Mogador) e construíram um forte/castelo em uma pequena Ilha vista da Medina. Pouco depois os marroquinos conquistaram o local e chamaram de Essaouria, destruindo o castelo de #Mogador e deixando a ilha abandonada. Ainda antes dos portugueses, a Ilha de Mogador era utilizada para produzir tinta roxa com o uso dos moluscos encontrados no local. Hoje em dia a Ilha está abandonada e não pode ser visitada pois é habitat de uma espécie de falcão. Na imagem, a ilha do Mogador com suas ruínas.




Fonte : Segredos de Viagem

Segredo do atay

O famoso atay (chá) é servido em todas as refeições marroquinas. Mas há um segredo, quando serve o atay virando o bule de chá do alto e mirando no copo sem errar, ele tem que fazer essa espuminha, só assim eles acreditam que é um atay zwin, ou seja, um bom chá !


Montanha do Toubkal

 Cordilheira Atlas
 O pico mais alto da cordilheira ergue-se a 4.167 metros acima do nível do mar e se chama  Monte Toubkal.
A Cordilheira dos Atlas Centrais tem 6 picos com mais de 4.000 metros e  diversos picos de 3.000 metros (alguns destes acima de 3.700 metros). O território da cadeia montanhosa se extende de Agadir na costa de Marrocos, passa por todo o topo da Argélia, terminando no norte da Tunísia! São nada mais nada menos que 2.400 quilômetros do que podemos chamar de Alpes africanos. No entanto, os High Atlas (picos mais altos) ficam mais próximos de Marrakech.

Fonte : Alta Montanha

quarta-feira, 30 de maio de 2018

19 coisas que você só encontra em Dubai


Dubai é famosa por um monte de coisas, especialmente quando se trata de recordes mundiais que têm a ver com luxo.



Os Emirados Árabes Unidos atualmente detêm o recorde de maior ilha artificial, shopping center (3,7 milhões de pés quadrados), o mais alto edifício, uma força policial que tem uma frota de veículos de luxo, incluindo um Bugatti Veyron, e o único hotel sete estrelas do mundo.




Sim, e as cenas mais cotidianas incluem leões e tigres que penduram pra fora das janelas do carro, engarrafamentos cheios de Ferrari, os telefones celulares que custam mais do que todo o dinheiro que você vai ganhar em sua vida, e máquinas ATM que cospem barras de ouro.




Fonte : Tendencee

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

As Gangues de Motoqueiras do Marrocos

Todo mundo diz que Copenhague e Amsterdã são as cidades das motos, mas e Marrakech?
O artista marroquino Hassan Hajjaj, que mora atualmente em Londres, aborda a cultura das motos em Marrakech em sua última série fotográfica, Kesh Angels, em exposição na Taymour Grahne Gallery em Nova York até 8 de março. A versão de Hassan dos Hell's Angels veio de uma história pessoal: uma vez, ele trabalhou numa sessão de fotos em Marrakech nos anos 1990. Tudo na sessão era estrangeiro — os fotógrafos, as roupas, as modelos. Nada era realmente marroquino. A nova série do artista pode ser interpretada com o que devia ter acontecido naquele dia dos anos 1990: uma sessão de fotos com todos os elementos fazendo referência à tradição local, mas com um toque especial — de abayas de bolinha adjellabahs camufladas. As fotos mostram as garotas motoqueiras marroquinas lançando olhares soberbos e intimidadores, como se elas estivessem num clipe da M.I.A. Claro, elas não são uma gangue de verdade. Essas moças são amigas do artista, mulheres que trabalham fazendo tatuagens de henna em turistas na praça central da cidade; mas, mesmo assim, você não ia querer entrar por engano no mesmo beco escuro onde elas estivessem. Essas minas são duronas, falam até cinco idiomas, são mães em tempo integral e trabalham 10 horas por dia. Falei com Hassan sobre a cultura das motos em Marrakech e a definição dele de garotas más.

Como você teve a ideia de fotografar suas amigas assim?
Hassan Hajjaj: 
Tenho trabalhado assim faz muitos anos. Quero mostrar algo particular em Marrakech e mostrar que, mesmo com culturas e religiões diferentes, temos muito em comum como pessoas. Conheço esse grupo de mulheres que trabalham fazendo tatuagem de henna num praça muito popular entre os turistas em Marrocos. Uma delas foi minha inspiração para essa série: a Karima. Ela usa véus,abayas e djabellas com estampas incríveis e vai trabalhar de moto. Ela é uma garota normal que trabalha oito horas por dia. Ela fala uns quatro ou cinco idiomas, é dona de casa, tem dois filhos e está construindo sua casa própria.

Isso me parece uma sessão de fotos de moda da África do Norte. Você quis homenagear suas raízes com estilo?
Trabalhei numa sessão de fotos para uma revista de moda em Marrakech nos anos 1990 e percebi uma coisa: todas as modelos, os fotógrafos, as roupas, tudo era do ocidente e Marrocos era somente o pano de fundo deles. Aí pensei que seria muito mais legal apresentar meu povo em seu ambiente e o modo como nos vestimos, e brincar com isso num nível de moda.
Como é a cultura das motos em Marrakech? Vocês têm mesmo gangues de motoqueiros por lá? As motos são grandes?
Marrakech é uma cidade totalmente das motos; todo mundo tem uma. Mulheres, crianças, idosos, famílias, todo mundo. É um meio de transporte, mais usado para trabalhar mesmo. Algumas das motos nas fotos eram emprestadas, mas a maioria era das próprias garotas. Mas não existem gangues de motoqueiros lá.


Sugerido por Laura Rezende
Fonte : VICE

Traficantes de órgãos 'roubam' líquido cerebral de 12 mulheres no Paquistão

A polícia do Paquistão prendeu quatro pessoas na província de Punjab acusadas de roubar e traficar líquor, líquido que circula entre o cérebro e a medula espinhal.
Os suspeitos roubaram o líquido cefalorraquidiano de 12 mulheres - entre elas uma adolescente -, disse a polícia ao serviço urdu da BBC. Depois, tentaram vender o material no mercado negro.
Os traficantes enganaram as vítimas dizendo que tinham de retirar amostras de sangue para um programa de assistência financeira do governo de Punjab, a região mais populosa do país.


Segundo Khan, um dos membros da quadrilha se apresentava como funcionário de um grande hospital local. Ele dizia às mulheres que necessitava de amostras de sangue para que elas se tornassem elegíveis ao programa de assistência do governo.
"Mas em vez de levá-las ao hospital para obter suas 'amostras de sangue', ele conduzia as vítimas à casa de outro membro da gangue para realizar o procedimento de retirada do líquor", afirma Khan.
Não está claro por que o líquor está circulando no mercado negro do Paquistão. O Ministério da Saúde do país afirmou que criou um comitê para investigar o caso - os quatro membros da quadrilha continuam presos.




Fonte : BBC BRASIL 

Que o Marrocos é um país rico em cultura todos já sabemos, mas que culturas são essas? Hoje vou falar de um costume secular marroquino (e ...