quarta-feira, 30 de maio de 2018

19 coisas que você só encontra em Dubai


Dubai é famosa por um monte de coisas, especialmente quando se trata de recordes mundiais que têm a ver com luxo.



Os Emirados Árabes Unidos atualmente detêm o recorde de maior ilha artificial, shopping center (3,7 milhões de pés quadrados), o mais alto edifício, uma força policial que tem uma frota de veículos de luxo, incluindo um Bugatti Veyron, e o único hotel sete estrelas do mundo.




Sim, e as cenas mais cotidianas incluem leões e tigres que penduram pra fora das janelas do carro, engarrafamentos cheios de Ferrari, os telefones celulares que custam mais do que todo o dinheiro que você vai ganhar em sua vida, e máquinas ATM que cospem barras de ouro.




Fonte : Tendencee

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

As Gangues de Motoqueiras do Marrocos

Todo mundo diz que Copenhague e Amsterdã são as cidades das motos, mas e Marrakech?
O artista marroquino Hassan Hajjaj, que mora atualmente em Londres, aborda a cultura das motos em Marrakech em sua última série fotográfica, Kesh Angels, em exposição na Taymour Grahne Gallery em Nova York até 8 de março. A versão de Hassan dos Hell's Angels veio de uma história pessoal: uma vez, ele trabalhou numa sessão de fotos em Marrakech nos anos 1990. Tudo na sessão era estrangeiro — os fotógrafos, as roupas, as modelos. Nada era realmente marroquino. A nova série do artista pode ser interpretada com o que devia ter acontecido naquele dia dos anos 1990: uma sessão de fotos com todos os elementos fazendo referência à tradição local, mas com um toque especial — de abayas de bolinha adjellabahs camufladas. As fotos mostram as garotas motoqueiras marroquinas lançando olhares soberbos e intimidadores, como se elas estivessem num clipe da M.I.A. Claro, elas não são uma gangue de verdade. Essas moças são amigas do artista, mulheres que trabalham fazendo tatuagens de henna em turistas na praça central da cidade; mas, mesmo assim, você não ia querer entrar por engano no mesmo beco escuro onde elas estivessem. Essas minas são duronas, falam até cinco idiomas, são mães em tempo integral e trabalham 10 horas por dia. Falei com Hassan sobre a cultura das motos em Marrakech e a definição dele de garotas más.

Como você teve a ideia de fotografar suas amigas assim?
Hassan Hajjaj: 
Tenho trabalhado assim faz muitos anos. Quero mostrar algo particular em Marrakech e mostrar que, mesmo com culturas e religiões diferentes, temos muito em comum como pessoas. Conheço esse grupo de mulheres que trabalham fazendo tatuagem de henna num praça muito popular entre os turistas em Marrocos. Uma delas foi minha inspiração para essa série: a Karima. Ela usa véus,abayas e djabellas com estampas incríveis e vai trabalhar de moto. Ela é uma garota normal que trabalha oito horas por dia. Ela fala uns quatro ou cinco idiomas, é dona de casa, tem dois filhos e está construindo sua casa própria.

Isso me parece uma sessão de fotos de moda da África do Norte. Você quis homenagear suas raízes com estilo?
Trabalhei numa sessão de fotos para uma revista de moda em Marrakech nos anos 1990 e percebi uma coisa: todas as modelos, os fotógrafos, as roupas, tudo era do ocidente e Marrocos era somente o pano de fundo deles. Aí pensei que seria muito mais legal apresentar meu povo em seu ambiente e o modo como nos vestimos, e brincar com isso num nível de moda.
Como é a cultura das motos em Marrakech? Vocês têm mesmo gangues de motoqueiros por lá? As motos são grandes?
Marrakech é uma cidade totalmente das motos; todo mundo tem uma. Mulheres, crianças, idosos, famílias, todo mundo. É um meio de transporte, mais usado para trabalhar mesmo. Algumas das motos nas fotos eram emprestadas, mas a maioria era das próprias garotas. Mas não existem gangues de motoqueiros lá.


Sugerido por Laura Rezende
Fonte : VICE

Traficantes de órgãos 'roubam' líquido cerebral de 12 mulheres no Paquistão

A polícia do Paquistão prendeu quatro pessoas na província de Punjab acusadas de roubar e traficar líquor, líquido que circula entre o cérebro e a medula espinhal.
Os suspeitos roubaram o líquido cefalorraquidiano de 12 mulheres - entre elas uma adolescente -, disse a polícia ao serviço urdu da BBC. Depois, tentaram vender o material no mercado negro.
Os traficantes enganaram as vítimas dizendo que tinham de retirar amostras de sangue para um programa de assistência financeira do governo de Punjab, a região mais populosa do país.


Segundo Khan, um dos membros da quadrilha se apresentava como funcionário de um grande hospital local. Ele dizia às mulheres que necessitava de amostras de sangue para que elas se tornassem elegíveis ao programa de assistência do governo.
"Mas em vez de levá-las ao hospital para obter suas 'amostras de sangue', ele conduzia as vítimas à casa de outro membro da gangue para realizar o procedimento de retirada do líquor", afirma Khan.
Não está claro por que o líquor está circulando no mercado negro do Paquistão. O Ministério da Saúde do país afirmou que criou um comitê para investigar o caso - os quatro membros da quadrilha continuam presos.




Fonte : BBC BRASIL 

Espanha usou armas químicas contra o Marrocos

Após a esmagadora derrota das tropas espanholas na batalha Annoual em julho de 1921, que resultou na morte de mais de 14 mil soldados nas mãos da resistência marroquina liderada por Mohammed Bin Abdelkrim El Khattabi, historiadores e muitos observadores espanhóis e estrangeiros relatam que a Espanha Usou gás químico e tóxico indiscriminadamente contra a população civil do Rif.


Rabat - Enquanto Madrid concordou em responder ao pedido da Assembléia Mundial Amazigh (AMA) sobre o uso de armas químicas pelos militares do Rei Alfonso XIII durante a Guerra do Rif de 1921-1926, a língua usada pelo ministro das Relações Exteriores demonstra que a Espanha continua a recusar pedir desculpas ao povo marroquino pelo uso de armas químicas proibidas.

Em um vídeo postado no canal YouTube da AMA, o ministro das Relações Exteriores da Espanha, Alfonso Dastis, disse que "como resultado do pedido do Rei, foram recebidos na Embaixada Espanhola para enviar suas demandas e também examinar possíveis formas de cooperação; veremos o acompanhamento desta questão ".




O chefe da diplomacia espanhola estava respondendo a uma pergunta levantada durante uma reunião parlamentar de Joan Tarda, membro da Esquerra Republicana, que durante mais de uma década esteve na vanguarda dos esforços para empurrar o governo espanhol a admitir seu uso de produtos químicos em armas na guerra do Rif.

Enquanto o ministro espanhol usava a linguagem diplomática, mostrando sua vontade de ouvir as demandas da AMA, ficou aquém de expressar a disposição de seu país para admitir seus erros durante a guerra do Rif e pedir desculpas ao povo marroquino pelo uso de armas químicas na população civil no Rif.

O pedido AMA chama as autoridades espanholas para fazer uma desculpa oficial para o povo rifenho e para compensar as vítimas ou seus dependentes. Em 12 de fevereiro de 2015, AMA apresentou uma carta adiantada sobre o mesmo assunto.

As chamadas da AMA coincidiram com a chamada dirigida por outra ONG marroquina. De acordo com o Monitor do Oriente Médio, o Centro Marroquino de Memometria, a Democracia e a Paz (PAM) convidou o Ministro dos Negócios Estrangeiros espanhola a cumprir as suas promessas de responder aos pedidos de organizações da sociedade civil chamando a Espanha para esclarecer o uso de armas químicas contra a população marroquina da região do Rif entre 1921 e 1926.

Parece que a Espanha ainda não está pronta para abrir uma investigação sobre este incidente durante o período colonial no norte de Marrocos.

Após a esmagadora derrota das tropas espanholas na batalha Annoual em julho de 1921, que resultou na morte de mais de 14 mil soldados nas mãos da resistência marroquina liderada por Mohammed Bin Abdelkrim El Khattabi, historiadores e muitos observadores espanhóis e estrangeiros relatam que a Espanha usou gás químico e tóxico indiscriminadamente contra a população civil do Rif. O estudioso britânico Sebastian Balfour e a espanhola María Rosa de Madariaga estão entre os estudiosos que testemunham a retaliação química da Espanha, que teve como objetivo infligir o máximo de dano à população no Rif, visando as cidades e aldeias mais populosas e intensificando ataques durante os dias de mercado. Os ataques representam uma violação flagrante do Tratado de Versaille de 1919, que proíbe o uso de armas químicas e a que a Espanha foi parte.

Esta violação do direito internacional deixou efeitos desastrosos e duradouros sobre a população da região. A partir de hoje, a penetração do câncer na população do Rif é a mais alta entre todas as regiões marroquinas. Embora nenhum estudo empírico tenha estabelecido até agora uma causalidade entre o uso de armas químicas e a prevalência de câncer na região, muitos acreditam que essa prevalência se deve ao uso de armas químicas. Segundo a Reuters, 80 por cento dos casos de câncer de laringe em Marrocos são encontrados na região do Rif.


Traducão : Vivendo em um País Árabe Muçulmano

Texto : Hamza Guessous


terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Muçulmanas denunciam assédio em peregrinação a Meca


A própria Eltahawy foi vítima de abusos sexuais na peregrinação à Meca em 1982, quando tinha 15 anos de idade, e relatou seu caso em um livro publicado em 2015. “É difícil falar sobre assédio em lugares sagrados. Espero que todas os que estamos contando possamos ajudar as pessoas que por qualquer razão não podem falar agora”, escreveu Eltahawy no Twitter.

A jornalista explicou que acreditou ser necessário fazer uma nova hashtag porque o #MeToo se popularizou por causa dos casos de abusos a atrizes de Hollywood, por isso que muitas mulheres poderiam não se sentir incluídas em um movimento surgido num entorno de mulheres brancas, ricas e ocidentais.
A iniciativa recebeu incontáveis amostras de apoio e incentivou outras mulheres a compartilhar experiências similares.
No entanto, também gerou várias críticas, segundo a própria ativista, que assegura que foi insultada e acusada de querer destruir o Islã, e inclusive de querer ganhar notoriedade com esta campanha.
As autoridades da Arábia Saudita não fizeram nenhum comentário ou alusão a estas denúncias por enquanto.
Todos os anos cerca de dois milhões de muçulmanos de todo o mundo participam do “hach”, a peregrinação que os crentes devem realizar de forma obrigatória pelo menos uma vez na vida.

Fonte : Veja



segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Guembri

guembri é um instrumento musical de duas cordas,  o Gnawa (Guiné em árabe). Encontra-se principalmente no norte da Áfricaem MarrocosArgéliaTunísia e Mali, de onde foi trazido pelos Gnaouasescravos da Guiné.Também é tocado pelos Touaregs e os berberes.


gumbass é uma variante deste instrumento montando a caixa de um guembri e a alça de um baixo elétrico.

Arquivo pessoal 

guembri argelino consiste de um cabo de madeira com duas cavilhas. As duas cordas do guembri são feitas de crina de cavaloA caixa de som é constituída por uma casca de tartaruga com uma mesa de ressonância feita com pele esticada.

Músico de guembri de Marrakech

Texto retirado do Wikipedia.
Tradução livre.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Festival de dança árabe será realizado em Cuiabá


Cuiabá sediará a 2ª edição do Festival Nacional Shimmie, entre os dias 18, 19 e 20 de agosto. O evento nasceu em São Paulo em 2011 e tem como objetivo promover os praticantes de dança árabe, a cultura e a disseminação do conhecimento e do espirito esportivo. É pioneiro no gênero de festivais de dança oriental com um formato itinerante no Brasil.
Idealizado e produzido pela Revista Shimmie, na edição Cuiabá o evento conta com a parceria da produtora local Clara Azevedo, bailarina profissional reconhecida no cenário mato-grossense.
O festival celebra a riqueza cultural desta dança, promovendo e divulgando o trabalho dos artistas, criando intercâmbios com profissionais renomados e abrindo espaço para todas as vertentes e estilos que envolvem a Dança Árabe.
No dia 18 de agosto acontecerá um workshop para praticantes de Dança do Ventre com a bailarina paulista Mahaila el Helwa no estúdio CLAZ.
No dia 19 de agosto, no Cine Teatro, artistas de danças de todo o Estado se apresentarão durante a Mostra de Dança. Serão solos, duos e grupos. São mais de 100 bailarinos inscritos, divididos em quase 60 apresentações, que trarão para o público a oportunidades de conhecer esta dança tão rica e expressiva em nossa região. A Mostra inicia-se às 15h.
O Show de Gala acontecerá às 21h, também no dia 19 de agosto, no Cine Teatro, com a presença das bailarinas matogrossenses Clara Azevedo, Najmah al Nureen, Nathasha Said, Companhia Ayuni de Dança, Lary Yamal, Raquel Mendes e Marcos Matos e Yasmine Amar, e as bailarinas paulistas Mahaila el Helwa e Aziza Mor.
No domingo, 20 de agosto, acontecerá um workshop com a bailarina paulista Aziza Mor. Mahaila el Helwa e Aziza Mor são dois ícones da dança árabe brasileira. Referência para todas as profissionais da área pela excelência de seus trabalhos e magnetismo de suas apresentações.
Além da Mostra e do Show de Gala, durante todo o evento o público poderá visitar uma feira com expositores de produtos árabes, acessórios para dança, figurinos, revistas, CDs, livros e comida.
Para abrir a realização do festival, nos dias 14, 15, 16 e 17 de agosto o Shopping Goiabeiras sediará o Pré-lançamento do Festival Shimmie Cuiabá.


Todos os dias às 20h o publico poderá prestigiar uma apresentação de Dança do Ventre no segundo piso (em frente à bilheteria do cinema) no espaço Mostra de Dança do Grupo Caroline. Entrada Franca.
Fonte : folhamax

Argélia têm que decidir entre carreira e casamento


Enquanto a guerra civil na Argélia fazia estragos com cerca de 200 mil mortos em 1997, alguns apaixonados por futebol e jogadoras pioneiras criaram o time "Afak Relizane". As jogadoras, em sua maioria de origem humilde, conseguiram convencer seus familiares a aceitarem sua paixão por futebol, apesar dos preconceitos e de um reconhecimento econômico inexistente - além da proibição imposta por islamitas armados à prática de qualquer esporte por mulheres.
Nos últimos anos, o Afak Relizane dominou todas as competições nacionais que disputou com times de cidades grandes, vencendo seis copas e sete campeonatos da Argélia, além de duas copas do Magrebe. Mas as jovens enfrentam outra dificuldade: são obrigadas a escolher entre se casar, o que significa o fim da sua carreira no futebol, e o celibato, que permite que continuem vivendo a sua paixão.
"Aos sete anos, depois de sair da escola, eu ia jogar futebol com os meninos do meu bairro", conta Fathia, meio-campista da equipe de Relizane, uma cidade a 300 km de Argel.
Fathia e outras 13 jovens que viveram experiências similares às suas se reúnem em volta do seu treinador, Sid Ahmed Mouaz, ligadas pela mesma paixão pelo futebol.
Em 1997, durante a guerra civil, Relizane saiu do anonimato com o pior massacre da "década negra", que deixou mais de 1.000 mortos.
Os terroristas me enviaram uma carta para exigir que abandonássemos o futebol feminino", lembra Mouaz, que se recusou a cumprir a ordem.
"As meninas foram insultadas e cuspidas na saída dos estádios. Para os que têm uma mentalidade retrógrada, uma menina de boa família não deve jogar futebol", lamenta Mouaz.
"Vá para casa cozinhar" ou "procure um marido" são algumas das frases que a maioria das jovens escuta com frequência.
No estádio, as jogadoras contam com um dormitório, armários, uma televisão, um equipamento de som, um cozinheiro que prepara sua comida e, quando chegam, recebem a roupa, que seca ao ar livre após uma lavagem rápida.
No entanto, o corpo técnico as "obriga" a continuar com os estudos, a se inscreverem em um curso de formação, ou encontra um trabalho para elas.

A bola e o casamento

Quase todas as mulheres usam véu islâmico nesta cidade de quase um milhão de habitantes situada em uma região agrícola.
Estou orgulhosa da minha filha, mas ficarei mais tranquila se ela deixar a bola, se casar e usar o véu como as outras mulheres da região", admite Fatma, mãe de Fathia, jogadora da seleção da Argélia.
Viúva e mãe de seis meninos, Fatma fala da sua angústia permanente de morrer antes de que sua filha encontre um marido.
Cada vez que uma das meninas é cortejada por um menino, ouve sempre o mesmo refrão: "a bola ou o casamento".
Mouna, atacante, se casará em março e abandonará seu sonho de jogar futebol.
"Se houvesse alguma motivação, continuariam jogando da mesma forma após o casamento", afirma o treinador Mouaz.

Mas nenhum patrocinador está interessado em seu time, que carece de financiamento. Na Argélia, o futebol feminino ainda é amador.
12 euros por jogo
"Não se financia um time de futebol feminino em Relizane", lamentam várias jogadoras, decepcionadas por obterem tão pouco reconhecimento quando se destacam em campo. Seis delas jogam na equipe nacional.
Um ex-wali (presidente da região) lhes ofereceu um micro-ônibus, pouco confortável para seus longos trajetos.
Quando ganham uma partida, recebem 1.500 dinares (12 euros) - "uma miséria", diz Mouaz, indignado.
O orçamento anual acordado com as autoridades locais é de cerca de 3,2 milhões de dinares (27.313 euros).
Após sua última vitória, o wali recebeu as meninas para homenageá-las. Embora elas esperassem um pequeno gesto financeiro, receberam uma mochila esportiva e um agasalho.
"O amor pelo futebol é mais forte que a mentalidade retrógrada, mas tudo é feito para romper este time", resume um dos fundadores do Afak.
Fonte : G1

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Canibalismo por causa de homossexualismo em El Jadida


Canibalismo em Azemmour: ele come o coração de seu amante depois de matá-lo
Uma pessoa é acusada de ter assassinado seu amigo de 14 anos e comeu seu coração e bebeu seu sangue em Azzemmour, relata o jornal Al Akhbar em sua edição de segunda-feira 14 de agosto, informa H24infonews.
O procurador-geral da Corte de Recurso de El Jadida prorrogou no sábado, 24 horas, a custódia de uma pessoa acusada de ter assassinado seu amigo de 14 anos no cemitério cristão da cidade de Azzemmour Então comeu seu coração e bebeu seu sangue, relata o jornal Al Akhbar em sua edição de segunda-feira.

De acordo com o jornal, o procurador-geral da Corte de Recurso de El Jadida deu suas instruções para apresentar o acusado nascido em 1985 para a avaliação médica para examinar sua saúde mental. Enquanto isso, os serviços de segurança nacional não podiam determinar a identidade da vítima que não possuía documentos de identidade no momento do seu assassinato.
De acordo com fontes bem informadas, o suspeito revelou após sua prisão que a vítima é uma pessoa sem residência de Casablanca. Ele a conheceu em um jardim público em Azzemmour.
Quanto aos motivos do assassinato descrito pelo jornal como "um dos crimes mais abjeta da cidade", as mesmas fontes indicaram que, no dia do crime, o entrevistado concordou com a vítima, Ter uma relação homossexual que troca, por sua vez, as posições ativas e passivas.
Mas a vítima se recusou a jogar o jogo uma vez que conseguiu satisfazer suas necessidades sexuais à custa de quem, frustrado e irritado, agarrou uma faca e cortou seu amante e então bebeu seu sangue antes de abrir o seu Peito, para extrair seu coração para devorá-lo e eventualmente fugir.
Depois de terem sido investigados por cidadãos que descobriram o corpo da vítima encontrado no cemitério cristão da cidade de Azzemmour, os serviços de segurança nacional chegarão ao culpado na cidade de El Jadida O diário diz.
Pesquisas ainda estão em andamento para descobrir a identidade da vítima, disse o jornal.

Adolescente foi condenada a ser estuprada por decisão de um conselho de 'sábios'

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Uma adolescente de 16 anos foi condenada a ser estuprada por decisão de um conselho de "sábios", conhecido como "panchayat", em uma aldeia no leste do Paquistão, como punição pelo crime de estupro cometido pelo seu próprio irmão, contra uma outra menina de 12 anos.
O caso ocorreu em meados de julho, na aldeia de Raja Jam, com 3 mil habitantes. As duas jovens foram acolhidas em um refúgio para mulheres, na província de Punyab, onde fica localizada a aldeia.
No Paquistão, a decisão dos conselhos, os "pachayat", são consideradas quase decisões da Justiça, enquanto os Tribunais paquistaneses, baseados no sistema britânico, ainda são vistos como um fenômeno externo. As decisões dos conselhos, entretanto, recebem muitas críticas.
"Tudo nesse sistema é baseado na honra, e não tem nada mais desonroso para uma família que o estupro de uma filha", explica a militante feminista Aisha Sarwari.
Ela explica assim que a punição para uma família onde um homem cometeu um estupro é que um homem da família da pessoa estuprada "devolva" o crime na mesma moeda.
Uma investigação foi aberta sobre o caso do conselho da Raja Jam. Em 2006, o Supremo Tribunal do Paquistão tentou por fim aos "pachayat", porém a decisão da Justiça foi revertida pelo governo, para resolver conflitos locais.
Fonte: midiamax

Que o Marrocos é um país rico em cultura todos já sabemos, mas que culturas são essas? Hoje vou falar de um costume secular marroquino (e ...